"The heart against the mind"

"The heart against the mind"
um blog idiota.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

♥ A Pequena História de Amelie - primeiros capítulos.

Gennte... aqui ta só os 2 primeiros capítulos do livro! Não to com paciência pra terminar essa bosta ><'

♥ A Pequena História de Amelie Le Blanc ♥


CAPÍTULO I - Um diário e algumas apresentações.
~1º Dia~


Vamos começar pela primeira página:
"Querido diário, hoje é o primeiro dia que escrevo em suas páginas. Me chamo Amelie Le Blanc, tenho 14 anos. Não sou muito alta, tenho os cabelos castanhos, levemente puxados para o ruivo e meus olhos são azuis. Atualmente, moro em Springfield com meus tios Max e Brigite. Já mudei de cidade umas 5 vezes... a pior mudança foi após a terrível morte de meus pais quando eu tinha apenas 3 anos e meio; tive que mudar de país (antes morava na Nova Zelândia) e demorei a me acostumar com meus tios, porque eu nem os conhecia, porém agora confio inteiramente neles. Ambos são historiadores e trabalham numa agência de viagem e sempre ganham promoções incríveis para muitos lugares do mundo, e é claro, eu sempre vou junto. Já fui pra França, Itália, Inglaterra, Grécia, Brasil, China, África do Sul, Espanha, México, Bahamas, e muitos outros. E sempre quando eles viajam, visitam lugares históricos, mas não encaram isso como uma profissão inteiramente dita, e sim como um hobbie.
Com a influência de meus tios, também me interesso muito por história, estou sempre procurando saber mais sobre vários assuntos. Sou fissurada em anagramas e códigos para desvendar, e sempre os ajudo a resolver vários assuntos relacionados à isso. Dias atrás sabendo que meus tios são historiadores e são peritos em descobrir coisas, o Serviço Secreto Italiano fez um chamado para meus tios comparecerem imediatamente na sede do SSI, havia acontecido uma tragédia eles precisavam da ajuda de meus tios. Como eu não posso ficar sozinha, vou ter que ir junto. Agora vou dormir...já é tarde e meus tios estão brigando comigo.
Tchau."


E assim foi.



~2º Dia~

"Querido diário, hoje partiremos para a Itália. Ainda não sei se vamos ficar em algum hotel ou até mesmo na hospedagem da SSI, tomara que me deixem entrar lá... Estou ansiosa, não sei o que vou ver lá, nem mesmo sei SE vou ver alguma coisa... :P... mas.... tudo bem. Agora estamos no aeroporto, vamos pegar um avião particular da SSI. Estou ansiosa. Meus tios também estão nervosos, estão conversando a uns 3 metros de mim:
- Max... estou nervosa, o que será que deve ter acontecido?
- Não faço a mínima ideia, mas espero que não tenha sido muito grave.
- Tomara. Será que deixarão Amelie entrar lá?
- Se não deixarem também não entramos, não podemos deixar ela sozinha e eu sei que ela tem muito interesse em saber o que aconteceu, percebi hoje que ela estava ansiosa.
- Concordo.
Depois escrevo qualquer novidade =* "

Amelie, neste momento, se aproxima de seus tios e pergunta:
- Vai demorar muito para partirmos?
Neste momento, um homem vestido formalmente, se aproxima deles e diz:
- Prontos? Temos que ir.
Momentos depois....

"Estamos no avião. O avião é super luxuoso, é cheio de equipamentos e não estamos sós, aqui também estão várias comissárias de bordo que ficam o tempo todo nos oferecendo comidas, e mais uma mulher, uma jovem, de mais ou menos 23 anos. Ela é bonita, é alta, tem os cabelos negros e compridos, sua pele bem branca e os olhos cor de mel. Pelo o que ouvi de uma comissária , seu nome é Júlia Mequigold ."Mal tinha acabado de escrever "Júlia Mequigold", seu tio disse baixinho:
- Não é assim que se escreve o nome dela...
- Como você sabe?
- O nome dela se escreve assim: G-I-U-L-I-A... M-C-G-O-L-D.
- Ahh.... de onde você a conhece?
- Ela é uma historiadora brasileira super renomada, fala mais de 5 línguas e esteve tempos atrás na Jordânia investigando um caso muito antigo de um Rei que fora assassinado misteriosamente.. e por incrível que pareça, ela achou pistas que uma testemunha havia escrito nas paredes de um templo muito próximo do local do crime, que falava por meio de códigos o assassino. E antes disso ela foi investigar outro assassinato, dessa vez do proprietário de uma grande companhia de Aviões da Dinamarca, e ela também descobriu que o assassino era quem todo mundo menos desconfiava.
- Ahhh entendi... já vou arrumar...
" ...ouvi de uma aero moça, seu nome é Júlia Mequigold = Giulia McGold ."Neste momento uma das comissárias avisou que o avião iria pousar, e que todos deveriam afivelar os cintos.
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O avião pousou. Mas não era um aeroporto, era uma pista de pouso de uma fazenda muito grande. Logo depois, todos desceram e uma mulher veio falar com eles. A moça tinha os cabelos presos em um coque, vestia um traje formal e carregava uma prancheta de acrílico. Ela se aproximou e disse:
-Mi prega di accompagnamento, deve parlare con voi, in particolare.
Amalie entendia um pouco de italiano, mas pediu ao seu tio o que ela estava falando.
- O que ela disse??
- Me acompanhem por favor, preciso falar com vocês, em particular.
Todos a seguiram, inclusive Amelie.
- Mr Levitè mi ha chiesto di essere fino a SSI. Providenciei già l'auto per andare in pochi minuti è già qui. Ecco le loro credenziali, la password per entrare è dietro ogni uno, non mostrare a nessuno, è qualcosa di totalmente confidenziali. E la bambina anche vai?
Brigite respondeu:
- Sì sì sì. Che ha da fare. Lei è la mia nipote.
- O que vocês estão falando tia?
- Ela nos disse que agora nós vamos para o SSI e que o carro em que vamos já está chegando. Esses aqui são nossos credenciais, a senha para entrarmos na SSI está atrás dele e não devemos mostrar a ninguém. E ela também perguntou se você também vai e eu disse que sim e que você é minha sobrinha.
- Ahh...
O carro chegou. Os quatro entraram {Max, Brigite, Amelie e Giulia}. Havia um homem lá dentro. Todos ficaram calados.
♥ O Diário de Amelie Le Blanc ♥
CAPÍTULO II - A reunião.

~3º Dia~

O nome dele era Dr. Theodor Hank, tinha mais ou menos 60 anos. Cabelos brancos e uma longa barba grisalha faziam dele uma pessoa maracante, assim como sua personalidade inusitada e sua mania de falar muito. Fazia parte da direção do SSI e logo que eles entraram no carro foi dizendo:
- Giulia! Max! Brigite!... Inconfundíveis, é claro, apesar do tempo!
- Foram longos anos sem nos vermos Theodor... - disse Brigite-
- E essa moçinha quem é?
-É nossa sobrinha Amelie!!
- Não acredito!!! Como ela cresceu!! Está linda!!
- Obrigada - disse Amelie quase vermelha de vergonha-
- E sua neta Lenita como está? - disse Max
- Está bem sim, cada dia mais parecida com minha filha Laura.. E como vai seu pai Giulia? Que saudade do Raul!! Faz muito tempo que não saímos para pescar... adorei a última vez que fomos para o Pantanal Brasileiro...
- Ele está bem, e o senhor?
- Estou bem, na medida do possível.
Conversa vai, conversa vem e eles chegam à sede da SSI. Hank convida a todos para ir ao saguão principal para participarem de uma reunião, onde ele iria apresentar aso novos visitantes o que eles estavam fazendo ali, no caso, uma 'missão'.
Chegando no saguão, todos ficaram surpresos. Os móveis eram super luxuosos e rústicos. No meio da sala havia uma mesa comprida com várias cadeiras. A reunião começou. Todos se sentaram.
-Bom dia à todos. Convoquei a presença de todos porque temos um caso muito sério e muito perigoso nas mãos - disse Hank sentando em uma cadeira com almofadas vermelhas e fofas - Primeiramente, apresento à vocês Max Le Blanc, Brigite Le Blac, Giulia McGold e a sobrinha de Max e Brigite, Amelie Le Blanc... e esses aqui -indicando os outros presentes na sala- são alguns especialistas nos assuntos mais variados.. doenças super-contagiosas, assassinatos misteriosos, elementos químicos perigosíssimos, histórias enigmáticas, etc, ou seja, meus caros, eles são peritos na arte de desvendar mistérios com um toque científico, e eles serão de extrema utilidade para o caso.
-Mas o que todos nós temos em comum nesse caso? -disse Giulia-
-Tudo. - disse Hank sarcasticamente-
Todos ficaram sem entender, por isso Hank lhes esplicou tudo:
- O que está acontecendo é muito sério. Dois meses atrás, durante uma pesquisa sobre um vírus muito perigoso, ainda sem um nome específico, ocorreu um imprevisto. O vírus estava em um recipiente no qual o vírus não se dispersa, (uma capsula especial) o qual deveria ficar em uma "estufa" durante 5 horas. Foi então, que após os cientistas colocarem a capsula na estufa e saírem da sala, as câmeras de monitoramento do laboratório falharam, e como eu estava passando por um corredor muito próximo do local, fui averiguar. Quando entrei na sala, vi que as câmeras não tinham problema algum, elas tinham sido desligadas propositalmente, achei muito estranho, mas não me preocupei. Foi quando percebi que a estufa na qual o recipiente deveria estar posicionado estava vazio. Me desesperei pois ainda não tinham se passado 5 horas até o vírus se estabilizar e poder ser observado com maior precisão... foi então que meu nariz começou a sangrar. Não achei estranho pois tenho sinusite e geralmente meu nariz sangra, mas daí percebi que o sangue que saía do meu nariz não se coagulava, ou seja, estava ficando mais agüado. Foi então que peguei o telefone e liguei para a central aqui da SSI, chamei os cientistas que estavam presentes para me ajudar, eu estava ficando fraco. Eles vieram e na mesma hora fizeram uma bateria de ezames. Fiquei internado durante 32 horas inconciente, sendo mantido com a ajuda de aparelhos. Enquanto estava inconciente, os cientistas aqui presentes; Manny-Lee, Lindsay, Albert e Reinaldo; desenvolveram uma substância ao qual eu poderia me manter vivo, pois ninguém sabia o que eu realmente tinha. Essa substância era uma espécie de 'soro', ao qual era composto de várias substâncias, mas que era totalmente eficaz para acelerar a coagulação do sangue, e dar 'sustentação' para que eu não ficasse fraco.. foi então que eles também começaram a ter os mesmos sintomas, sangramentos e fraqueza, contatamos então que eles estavam com a mesma coisa que eu estava, o que não sabíamos até então, mas que agora já sabemos. Na mesma hora, isolamos a área dos laboratórios, pois o que fosse que tivesse ali ficaria isolado pelas paredes divisórias das alas, ou seja, ninguém mais poderia entrar naquela área. Até aí, já tínhamos muitas perguntas: - Quem poderia ter tirado a capsula da estufa?; - Por quê essa pessoa tería feito isso?; O que tinha no ar que todos nós cinco contraímos?; Por que tudo isso estava acontecendo?; Que espécie de vírus é essa?; entre muitas outras perguntas. A resposta para tudo isso é surpreendentemente preocupante. O que aconteceu aquele dia foi o seguinte: Certa pessoa a qual ainda não sabemos quem é invadiu a nossa sede, entrou nos laboratórios, desligou as câmeras para não ser notado e roubou a capsula. Mas o que essa pessoa não sabia é que quando a capsula se soltada da estufa, o vírus se dispersava no ar, e contaminava as pessoas de forma fulminante. Resumindo, todos nós que entramos na sala naquele momento contraímos o vírus. Estamos corremos risco de vida! Por isso, fazemos exames todos os dias, para ver qual está sendo a reação do soro sobre nós. E nossa rotina também mudou, o soro tem que ser aplicado em nossa veia principal do braço todos os dias a cada 4 horas. Mas o soro não é totalmente eficaz. E o que eu quero de vocês agora? Símples! Eu pago muito bem, se vocês descobrirem que tipo de vírus é esse, qual a cura, como esse tal vírus pode ser contido e principalmente, quem fez isso e por quê!

-Que loucura! - disse Amelie-

-Pois é minha querida... E tudo o que vocês precisarem, sejam laboratórios, viagens, tudo tudo tudo, eu estarei disposto a patrocinar e a dar o que precisarem para que todo esse mistério seja desvendado. Alguém tem alguma pergunta?

Todos ficaram calados.

-Então, que as pesquisas começem!
Nesse momento, todos se levantaram.



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