"The heart against the mind"

"The heart against the mind"
um blog idiota.

terça-feira, 1 de junho de 2010

- Pesadelo

Essa noite (dia 30 de maio para dia 1º de junho) sonhei uma coisa muito ruim :X foi um sonho superrr comprido e meio confuso.

Primeiro eu tinha que comprar granulado pq eu ia fazer brigadeiro pra levar numa festa que ia ter na casa da minha professora de piano, só que eu não queria comprar granulado porque eu prefiro aquelas bolinhas crocantes que são pretas e brancas, daí eu fui num mercadinho e chegando lá encontrei a Thaís Gomide com um monte de outras pessoas bebendo dentro do mercadinho e eles me ofereceram vários copos e eu bebi todos, só que eram muito ruim e ardia a garganta. Saí do mercadinho com só um pacotinho super pequeno que tinha 6 daquelas bolinhas crocantes (o que seria insuficiente pra colocar envolta dos brigadeiros). Quando eu tava saindo encontrei as Cartas (exército da rainha de copas do filme Alice In Wonderland) e eles queriam apagar da minha memória as músicas que eu tinha dos outros filmes de conto de fadas. Daí eu saí correndo e encontrei a minha professora de Literatura (Ana Paula, que é mãe da Thaís Gomide) e ela me levou pra casa dela e lá ela tinha um aquário cheeio daquelas bolinhas crocantes. Ela colocou um punhado dentro de uma sacolinha de mercado e me deu. Daí eu saí correndo de lá. No caminho eu senti uma pontada muito forte no coração e derrepente eu tava deitada numa maca num hospital tentando respirar. Tava cheio de médicos ao meu redor e minha mãe também tava na sala. Tava cheio de máquinhas ao meu redor também. Doía muito por dentro, tipo umas pontadas no coração e no pulmão.. horrível. Eu não conseguia respirar, tipo, eu sentia uma coisa por dentro muito ruim, meu pulmão enchia e eu continuava sem ar. Os médicos pareciam estar tentando me fazer respirar, sei lá, só sei que eu enxerguei aquelas máscaras de oxigênio e puxei pra mim, pra eu tentar respirar, porque eu tava ficando muito sem ar, só que não adiantava, parecia que eu tava me sufocando e a dor ía aumentando cada vez mais. Aí eles pararam de tentar me fazer viver e falaram: "- Não há mais nada a ser feito." Mas eu ainda me mexia e comecei a falar com eles só que ninguém me ouvia, nem minha mãe me ouvia. Daí eu levantei e saí no corredor e eu vi vários velhinhos andando pelos corredores, mas também ninguém via eles (acho que eram espíritos, assim como eu). Daí eu comecei a me desesperar e fui seguindo minha mãe. Ela foi andando por um gramado e chegou tipo numa sala que tinha umas luzes alaranjadas e um monte de cadeiras, parecia um salão de festas, e lá ela conseguia me ouvir. Daí eu abracei ela e falei que eu não tinha morrido e ela falou pra eu me fingir de morta porque as Cartas ainda queriam apagar minha memória. Acho que eu tinha ressuscitado ou entrado em outro corpo, sei lá. Eu falava com muita dificuldade porque ainda doía muito. Eu quase não tinha fôlego pra falar uma frase completa. Era horrível. Daí naquela sala entrou a minha professora de Física (Karen) e ela me falou que tinha uma amiga que era médica e que queria falar comigo porque o que tinha acontecido comigo era um milagre. Daí ela me entregou um notebook e tava numa conversa com vídeo com essa médica, e na minha imagem da webcam era eu, mas não era minha imagem, era um outro rosto (uma moça com os cabelos ondulados e ruivos, batom rosa e olhos bem pretos), e na dela eu não me lembro como era. Só lembro que ela falou que ía me encontrar porque ela precisava me ver. Daí ela chegou na sala e falou que eu era um milagre da ciência porque eu tinha sofrido um ataque cardíaco fulminante mesmo sendo jovem e eu ainda tava viva. Eu queria falar mas doía muito ainda. Daí eu saí daquela sala e fui tipo num pátio que tinha uma fila enorme e nessa fila tava minha irmã e uns amigos nossos. Essa fila era pra fazer uma festa pra mim porque eu tinha sobrevivido. Daí ela falou assim: "- Duvido que você conheça todo mundo dessa fila!" Tudo o que eu falava saía super baixo porque eu ainda tava com falta de ar e uma dor no coração e no pulmão, mas mesmo assim eu tentei falar: "- Conheço sim! Quer apostar?" Ela disse: "Aposto e com dinheiro alto!" Daí ela deu um tapa no chão como se tivesse fazendo sinal pra colocar o dinheiro ali e daí meu despertador tocou. Acordei.



p.s. foi muito horrível e parece que as vezes eu ainda sinto umas dores no coração igual no sonho :X



Nenhum comentário: